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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

SEGUNDA FASE DA FUVEST


Fez a primeira fase? Foi bem? Espero que sim, pois agora é hora de se preparar para a segunda fase da Fuvest!


Você sabia que a primeira fase só conta como um quarto da nota total? Se você gabaritou a primeira fase, então você só tem 250 pontos de 1000. Nada de relaxar agora. A segunda fase é composta por três provas escritas: primeiro dia (Português e redação), segundo dia (todas as matérias obrigatórias do ensino médio) e o terceiro dia (matérias específicas para cada carreira).

Neste texto, vou dar algumas dicas de como se preparar em um pouco mais de um mês para as três provas.

Para começar... você está com a teoria bem sedimentada ou confiante? Se sim, pule essa parte e vá direto para as dicas. Caso contrário, permaneça lendo.

Se você ainda tem problemas na parte teórica, então coloque períodos de estudos para a teoria. Eu sou do tipo inseguro, nunca acho que sei. Sinto que preciso sempre estar estudando constantemente. Então colocarei teoria no meu planejamento.

Mas qual teoria? Reler tudo? Fazer resumos? Mas eu já fiz. Faço de novo... só que com sangue? Hahhahah NÃO! Vamos continuar no principio da calma e da tranquilidade. Nada de desespero. Que tal separar apostilas ou livros que você usou. Separe a manhã para ler a teoria. Organize-se para conseguir ler sobre os temas que você apresenta dificuldade ou necessita dar uma mirada. Leitura. Nada de resumos quilométricos que só gastam tempo. Pode fazer mapas conceituais enquanto lê, mas não precisa colocar brilhos. A ideia é só você fixar a teoria de vez. Se sentir confiante.

Eu vou ler meus livros didáticos. Gosto muito deles, pois apresentam imagens e gráficos. Tornam a leitura mais interessante. Estudarei teoria no período em que não estiver fazendo as provas. Quais provas? Continue lendo...

Caso você tenha a teoria bem guardada ou esteja bem confiante, siga as dicas abaixo!

DICAS

DICA NÚMERO 1: ORGANIZAÇÃO

Faça um planejamento. Tenha em mente que serão três provas que te colocarão dentro da melhor universidade do país.

Tenha um planejamento e uma rotina. Estabeleça horários. Faça um cronograma. Separe o material que você pretende estudar.



DICA NÚMERO 2: PROVAS ANTIGAS

Fazer provas antigas ajuda a entender o modelo da Fuvest, ajuda a detectar os conteúdos que precisam ser revisados, colabora para a previsão de possíveis temas que podem aparecer em janeiro de 2016.

Fazendo provas antigas, você se adaptará para o que te espera. Faça como se estivesse fazendo a segunda fase! Nada de celular do lado, tv ligada e amigos fofocando do lado. Na hora de fazer a prova, faça a prova. Acredite, disciplina ajuda a evitar desperdício de tempo. O tempo que você poderia deixar para o seu lazer, você acaba gastando fazendo um estudo de má qualidade.



DICA NÚMERO 3: NADA DE LOUCURAS

Pelo nome de todos os santos, deuses e guias... Não invente de fazer Kung Fu ou pular de paraquedas até realizar a segunda fase.

Para fazer a prova... você deverá estar no mínimo VIVO!

Não me venha quebrar braço. Já pensou que maravilhoso será fazer a prova com um braço quebrado? Já imaginou se fosse o braço que você usa pra escrever?



DICA NÚMERO 4: DESESPERO ZERO

A ansiedade nos transforma em seres irracionais. Não fazemos nada porque ficamos com aquele frio na barriga e imaginando coisas, pensando em assuntos desnecessários para o momento. Vamos controlar a ansiedade?

Sei muito bem que isso é muito difícil, mas temos que nos esforçar para pelo menos diminuir a ansiedade. Não podemos deixar que ela prejudique o seu estudo.



DICA NÚMERO 5: EVITE MÉTODOS QUE GASTEM TEMPO

Recomendo resumos, mapas mentais e anotações... mas temos pouco tempo para lapidar o que estudamos. Fazer resumos, mapas mentais e anotações gasta muito tempo. Sei que ajuda a fixar a matéria, porém há uma maneira de estudar mais em um mesmo período de tempo.

Leitura. De preferência em VOZ ALTA. Quando lemos em voz alta, ativamos partes do nosso cérebro responsáveis pela VISÃO, FALA e AUDIÇÃO. Se você ler a matéria gesticulando, ativará também o TATO. Quanto mais áreas do cérebro ativamos, mais fixaremos o conteúdo.

Eu adoraria recomendar uma leitura em voz alta somada com resumos e gestos. Isso fixaria bastante conteúdo, porém gasta muito tempo. E tempo não está dando em árvore, infelizmente.


DICA NÚMERO 6: ERROS

Analise os seus erros. Faça as provas antigas. Fez¿ Agora faça uma correção. Sites de cursinho apresentam resoluções das provas antigas. Veja o que acertou, mas VALORIZE O QUE ERROU. Nada de ficar triste porque errou. Veja o motivo do erro!

·         DISTRAÇÃO
·         INTERPRETAÇÃO
·         NÃO LEMBRO DA MATÉRIA, MAS JÁ ESTUDEI
·         NUNCA VI ESSA FEITIÇARIA ANTES
·         COMECEI, MAS NÃO CONSEGUI DESENVOLVER
·         TEMPO

Cada tipo de erro exige uma estratégia diferente. Comecei, mas não consegui desenvolver... o que eu faço? Reveja a teoria e faça mais exercícios sobre o assunto. Veja na resolução como era pra ter feito. Refaça a questão.

DICA NÚMERO 7: INTELIGÊNCIA

A Fuvest não é uma prova que dá preferência para decorebas. Ela quer que o aluno seja capaz de desenvolver soluções com base nos dados apresentados. Muitas das questões de Química, por exemplo, podem ser respondidas apenas com o raciocínio e o bom senso.

Busque ver isso nas provas antigas. Veja que determinadas questões não precisam ou podem ser respondidas sem o uso de fórmulas ou conhecimento prévio.



DICA NÚMERO 8: FELICIDADE

Deixe tempo para ser feliz. O período não precisa (e não deve) ser uma tortura e uma tristeza eterna.

Saia aos finais de semana, assista séries... Até recomendo que faça uma viagem.

Veja o sol e a lua. Contemple a natureza. Leia um livro que você goste.

Só não abandone os estudos! Coloque em seu planejamento os momentos reservados para esta dica. :
)


A segunda fase da Fuvest não é um bicho de sete cabeças... são somente três cabeças! Vai falar que não é mais fácil do que sete¿ hahhaha

Boa sorte! Bons estudos! Boa prova!


Quero ver todo mundo na USP ano que vem! :)



Aguardo vocês no próximo texto. :)


A reprodução deste texto é proibida e protegida pela lei do direito autoral nº 9610 de 19 de fevereiro de 1998

domingo, 15 de novembro de 2015

CRONOGRAMA: UM ALIADO


Cronograma é um tipo de gráfico demonstrativo do começo ao término das diversas etapas de um processo operacional, contendo faixas de tempo determinadas.

Essa é a definição formal de cronograma. Porém, muitas pessoas acham a criação dessa ferramenta muito complexa e difícil. A falta de prática é um dos motivos de sentirem isso. Outros se sentem frustrados porque não conseguem seguir o planejamento determinado pelo cronograma.

Um cronograma só se torna um grande aliado quando a pessoa está determinada e focada em suas metas. Se você quiser fazer um cronograma ideal, capaz de te ajudar a elevar a produtividade dos seus estudos, deverá seguir tudo como o combinado.

Em uma folha de papel, qualquer folha, faça o rascunho de uma tabela. Nesta deverá conter colunas com os dias da semana: domingo, segunda, terça, quarta, quinta, sexta e sábado. Confesso que deixo o domingo por último, pois pra mim a semana começa na segunda-feira.

Com essa matriz, faça um esboço de como é sua rotina imutável e inflexível. Se você trabalha, coloque o período em que você trabalha. Se você estuda (cursinho ou ensino médio), faça o mesmo. A partir de agora eu vou trabalhar com o exemplo de alguém que faz cursinho de manhã e não trabalha.

Janaina é uma jovem que faz cursinho de manhã. Como ela mora longe, acorda às 05:00 de segunda a sexta-feira. Ela sai de casa às 05:30 e chega ao cursinho às 06:30. A aula dela começa às 07:00. Nesse período de 30 minutos, Janaina decidi dividir ao longo da semana leituras. Segunda-feira será destinada para ler a teoria de Biologia, na terça-feira, a teoria de Geografia... e assim por diante. Janaina acabou de OTIMIZAR O TEMPO. Ela sabe que tem pouco tempo para ler a teoria, fazer exercícios, sair com os amigos e fazer simulados. Ela sabe que não se deve jogar tempo fora em ano de vestibular.

Das 7 horas até às 12:30, Janaina fica vendo as aulas. No intervalo do cursinho ela sai pra comer algo e conversar com as amigas sobre a moça em que está interessada. Durante as aulas: anota, presta atenção, acompanha a matéria pela apostila e resolve alguns exercícios quando o professor está escrevendo na lousa ou falando coisas que não é de seu interesse.

A coitada está azul de fome, então leva marmita para o cursinho. Almoça. Às 13 horas ela vai para a sala de estudos ou bibliotecas públicas que ficam perto do cursinho. A partir de agora, ela vai estudar. Janaina tem dificuldade em Português e História. Então ela separou o seguinte esquema:

Segunda – 13h – 15h: estudar Português. 15h – 17h: estudar História. 17h – 18h: estudar Biologia.

Terça – 13h – 15h: estudar Português. 15h – 17h: estudar Geografia. 17h – 18h: estudar Biologia.

Quarta – 13h – 15h: estudar História. 15h – 17h: estudar Química. 17h – 18h: estudar Física.

Quinta – 13h – 15h: estudar Matemática. 15h – 17h: estudar Física. 17h – 18h: estudar Inglês.

Sexta – 13h – 18h: fazer uma prova antiga de um dos vestibulares de interesse.

Janaina dividiu em blocos de duas horas porque sabe que a produtividade diminuiu se você ficar mais que esse tempo em um mesmo conteúdo. Ela também deixou mais tempo para as matérias que tem mais dificuldade.

Mas e a noite? O que Janina faz quando chega em casa? Ela vai lendo algum livro no ônibus (quando possível). Chegando em casa ela fica um pouco no Facebook e depois assiste algum episódio de uma sério que gosta.

E aos finais de semana?

Sábado – 9h – 11h: corrigir simulado. 13h – 14:30: redação. E o resto do dia ela está livre para sair com quem ela quiser.

Janaina usa o domingo para fazer o que não conseguiu ao longo da semana. Ela dá aquela arrumada nos estudos para começar a semana bem.

A história de Janaina é só um exemplo de como você pode fazer um cronograma legal.
Agora eu vou para a parte mais objetiva, a parte das dicas!



Dica 1: faça sempre um cronograma semanal. Separe um tempinho no domingo para planejar a semana que começará no dia seguinte.

Dica 2: estude em blocos de duas horas. Este período é ideal para abordar uma quantidade significativa de conteúdo sem perder a concentração.

Dica 3: separe mais tempo para as matérias que você tem mais dificuldade.

Dica 4: você pode fazer seu cronograma em uma folha de papel, pelo computador ou até mesmo por meio de aplicativos para celular.

Dica 5: não exagere! Nada de querer estudar tudo de Geometria Analítica em duas horas. Além de não conseguir, você irá atrapalhar todo planejamento e desiquilibrará o seu estado emocional.

Dica 6: deixe tempo para fazer algo que goste. Separe períodos ao longo do dia para se distrair com qualquer coisa, menos estudos. Isso eleva o astral e faz com que você renda muito mais.

Dica 7: separe no próprio cronograma o que você vai estudar. Por exemplo: Janaina estuda Português durante duas horas. Mas é mais do que isso... Ela estudará na próxima segunda-feira duas horas de Português – teoria gramatical. E na outra semana, Português – exercícios de semântica e estilística.

Crie o seu cronograma pensando no mínimo possível. Veja se é possível colocar mais conteúdo em uma determinada matéria... ou se é necessário diminuir em outra. Seja flexível. Não exija de você mais do que você pode suportar. Ninguém te conhece melhor do que você mesmo.

Abaixo você verá um modelo de cronograma.



Aguardo vocês no próximo texto. :)


A reprodução deste texto é proibida e protegida pela lei do direito autoral nº 9610 de 19 de fevereiro de 1998.

sábado, 7 de novembro de 2015

PLANEJAMENTO NOS ESTUDOS


O planejamento nos estudos é o primeiro passo para que o estudante, seja ele do ensino fundamental, médio, superior ou vestibulando, consiga atingir suas metas e expectativas.

Neste texto, explicarei de modo geral como você poderá se organizar nos estudos. Mas o que isso significa? Estudar não é somente... estudar? Eu preciso estudar para estudar?

O primeiro grande passo para um planejamento que funcione é estabelecer uma meta. Para um aluno do ensino fundamental, essa meta pode ser ir bem em uma prova de geografia ou ganhar uma medalha em alguma olimpíada acadêmica. Para um vestibulando, a meta é clara: aprovação.

Após estabelecer a meta, a próxima etapa é descobrir o que será necessário para sua realização. A partir de agora, eu vou usar somente o exemplo do vestibulando.

Para que a aprovação saia do mundo dos sonhos e se torne realidade, o vestibulando deve agir. Ele tem uma meta, agora vamos trabalhar no seu desenvolvimento. E para que isso ocorra, algumas perguntas chaves podem ser feitas:

Quais vestibulares eu vou prestar?
Qual curso eu quero?
Quanto tempo eu tenho para me preparar?
Eu tenho material necessário?
Quais são as minhas dificuldades?
Por onde eu começo a estudar?

Essas perguntas podem parecer simples para muitas pessoas, mas são, muitas vezes, o pesadelo do vestibulando. Pois o vestibular é sempre uma incerteza: você está se esforçando para conquistar um sonho, mas a nota de corte pode mudar de um ano para o outro.. ou a segunda fase estar muito mais difícil do que o ano passado. Esses pensamentos malucos cercam a minha menta constantemente. E eu sei que eles também estão presentes na mente de muitas outras pessoas. E para que eles desapareçam, as perguntas apresentadas anteriormente devem estar bem respondidas e sedimentadas em nosso consciente.

Quais vestibulares eu vou prestar?

Eu sempre quis ficar com minha família e amigos. Nunca me imaginei efetivamente morando em outro estado. Por isso a lista de universidades que eu poderia prestar diminuiu exponencialmente. Moro no estado de São Paulo, e para mim as opções eram: USP, Unesp, Unicamp e Unifesp. Nunca cogitei na hipótese de prestar uma universidade particular, pois sei que seria muita aventura para mim pensar em pagar um curso de Medicina.

Muitas pessoas que eu conheço param nessas quatro universidades, pois todas são excelentes e ficam dentro do estado. Mas eu afunilei ainda mais. Meu namorado e muitos dos meus grandes amigos estudam na USP. Além disso, eu moro relativamente perto dessa universidade. Universidade de São Paulo sempre foi a primeira opção. A Unifesp se tornou a segunda e última opção quando eu descobri que o campus de Medicina ficava na cidade de São Paulo.

Bom, eu contei toda essa história para exemplificar o que você pode fazer para escolher quais universidades você prestará. Quais critérios serão estabelecidos para ponderar a gama de instituições que você poderá ser aprovado.

Qual curso eu quero?

Esta é uma pergunta totalmente pessoal. Cada um deve encontrar sua resposta por meio dos seus interesses, vontades e paixões.

Eu escolhi Medicina por vários motivos. Com essa profissão eu ajudaria o próximo e ficaria perto da parte científica que tanto adoro. Em outro texto eu conto com detalhes como foi a minha escolha.

Quanto tempo eu tenho para me preparar?

Eu recomendo que um vestibulando comece a se preparar sempre o mais breve possível. Se possível, comece hoje! Cada segundo bem aproveitado pode ser util para a conquista de seus sonhos.

Mas essa pergunta é muito mais ampla. Quanto tempo em um dia eu tenho para me preparar? Quanto tempo por semana?

Eu recomendo que cada estudante crie um cronograma semanal para se organizar. Separe blocos de duas horas para estudar uma determinada matéria. Estudos mostram que ultrapassar duas horas em um determinado assunto não colabora para o aprendizado, pois a concentração diminui e a produtividade também.

Outra dica importante é focar bastante nas matérias que você tem dificuldade. O que significa que você só vai dar uma atenção maior do que as outras, sem deixar de estudar o resto.

Eu tenho o material necessário?

Para um vestibulando será necessário ter toda a teoria do ensino médio em mãos. A internet é uma ótima ferramenta, mas apresenta suas desvantagens. Facebook, Instagram, YouTube... Netflix ...(eu não sei mais o que seria interessante para a maioria das pessoas, pois eu não costumo acessar com tanta frequência esse recurso tecnológico). A internet apresenta inúmeras distrações, e é por esse motivo que eu recomendo sempre que o estudante use livros. Sim, o bom e velho papel ainda pode ser encontrado com uma determinada facilidade. Encontre apostilas de cursinhos e livros didáticos.

Fazer provas antigas dos vestibulares que você vai prestar também é uma ferramenta importante no avanço do aprendizado.

Quais são as minhas dificuldades?

Um método muito simples de descobrir quais são as suas dificuldades é fazendo uma prova da sua faculdade favorita. Eu fiz o seguinte: imprimi e fiz a prova da Fuvest 2015 em janeiro deste ano. Em seguida, eu divido em blocos por matéria e faço um cálculo simples. Divido o número de questões acertadas pelo total de questões de cada matéria.
Por exemplo: acertei 5 questões de Matemática. A prova apresentava 12 questões. 5 dividido por 12 = 0,41 ou 41%. Para Medicina, essa porcentagem representa um alerta vermelho. Desde então, considero essa matéria a minha dificuldade maior e trabalho nela com mais carinho e dedicação.

Por onde eu começo a estudar?

Comece estudando tudo pelo básico, pelo começo. Estude toda a matemática básica antes de começar a matemática do ensino médio. Domine as operações básicas e ferramentas, pois uma casa só será segura se tiver uma base sólida e sem buracos. Biologia você poderá começar pela primeira página do livro de Biologia do primeiro ano do ensino médio.

O planejamento de estudos é muito importante. Ele deve ser a primeira coisa a se pensar sempre que você for estudar. Ele ajuda a elevar a produtividade e diminuir o tempo gasto com bagunça, que poderá servir para você passerar com os amigos, ver a família na sala de casa, abraçar e beijar o namorado... ou até mesmo dormir.


Aguardo vocês no próximo texto. :)


A reprodução deste texto é proibida e protegida pela lei do direito autoral nº 9610 de 19 de fevereiro de 1998

The Life Like Lab

Olá, tem alguém aí? Se tiver, deixe um comentário para que eu possa saber que não estou conversando comigo mesmo por meio dessa metalinguage...